Santa Luzia tem 35 km2, para uma largura máxima de 5k e um comprimento de 13 km, situando-se no barlavento do arquipélago, entre São Nicolau e São Vicente. A sua altura máxima é de 395 metros, no Monte Grande.
A ilha, desabitada, pertence ao concelho de São Vicente, sediado na ilha vizinha.
O clima de Santa Luzia é bastante seco, daí a reduzida vegetação que existe no território.
Enquanto a parte Norte da ilha tem montes com escarpas, na região sul predominam as praias de areia branca com dunas.
Trata-se da única ilha cabo-verdiana desabitada, nomeadamente devido à escassez de água. Apesar disso, Santa Luzia chegou a ser usada para a criação de gado e para a agricultura, nomeadamente no século XVIII.
No início do século XIX, houve extracção na ilha de grandes quantidades de urzela, um líquen. Para esse efeito a ilha chegou a ser frequentemente alugada aos comerciantes de urzela, chegaram a viver cerca de vinte pessoas na ilha.
No século XX, até à década de 60, um casal viveu na ilha, mas desde então tornou-se completamente desabitada.
Em 1990, o governo de Cabo Verde declarou que Santa Luzia, assim como os ilhéus adjacentes, património público, por se tratar de uma importante reserva natural.
Disfrute de um dia diferente, renda-se à tranquilidade da ilha.
Situada a cinco milhas da Ilha de São Vicente, a ilha de Santa Luzia pertence ao grupo das ilhas do Barlavento, e tem uma área de 35 Km2, sendo que o ponto mais elevado está 395 metros acima do nível do mar. Com um clima seco e frequentes períodos de seca, as várias tentativas de povoação da ilha acabaram por fracassar.
A paisagem, constituída por montes escarpados a Norte e esplêndidas praias de areia branca e dunas a Sul. A única maneira de chegar à ilha é através do “Calhau”, na costa oriental de São Vicente, onde é possível alugar um barco de pesca durante o dia que o transportará a Santa Luzia. A travessia é de aproximadamente duas horas em cada sentido.
Considerada uma importante reserva natural de Cabo Verde, Santa Luzia, é a única ilha do Arquipélago que não é habitada. A escassez de água impediu o sucesso das várias tentativas de povoamento, apesar disso, a ilha chegou a ser habitada durante o séc. XVIII, por uma pequena comunidade que se dedicava à pastorícia, à pesca e à extracção de urzela.
No século XX, até à década de 60, a ilha foi habitada por um casal, mas está desabitada desde então. Ainda assim, a presença humana na ilha é quase permanente. Pescadores, habitualmente oriundos de São Vicente, fazem aqui jornadas de alguns dias.
A fauna marinha da ilha de Santa Luzia é bastante rica e diversificada. Para além de constituir um dos locais de eleição para a desova das tartarugas, as águas que circundam a ilha são habitat de muitas espécies de peixes e marisco de grande qualidade.
Promovidos a categoria de Reserva Natural Integral, a Ilha de Santa Luzia e os seus ilhéus Branco e Raso, têm o acesso restringido a fins científicos ou, eventualmente, educativos. Actualmente o acesso à Reserva Natural Integral está sujeito a uma autorização da Direcção Geral do Ambiente e um Plano de Gestão está a ser finalizado, de modo a estabelecer as normas e identificar quais as actividades e modalidades de turismo poderão ser compatíveis com a preservação ambiental e a conservação das espécies endémicas ali existentes.
Preço sobre consulta (Minimo de participante exigido).
Partida da Ilha de São Vicente.
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